TCU rejeita representação sobre compra de usinas da Eletrobras pela Âmbar
Apesar da decisão, tribunal encaminhou o processo à CVM e ao MPF para avaliação de indícios de possível uso de informação privilegiada na operação
O TCU considerou improcedente a representação sobre supostas irregularidades na compra de 12 termelétricas da Eletrobras pela Âmbar Energia e na edição da MP 1.232/26. A MP foi editada pelo governo federal para facilitar a troca de controle da Amazonas Energia e recuperar a situação financeira da distribuidora , garantindo a continuidade do fornecimento no estado. As térmicas compradas ficam no Norte do país e atendem, entre outras coisas, sistemas isolados de energia, além de fornecer energia para a Roraima Energia e a Amaz Leia Mais Distribuidoras podem receber até 32,3% menos energia de Itaipu em 2027 Neoenergia vende de participação em hidrelétrica a fundos da Itaú Asset Echoenergia mira hidrelétricas para diversificar negócios e defende leilões Entretanto, a relação com as termelétricas está em um dos dispositivos, que permitia converter determinados contratos de fornecimento dessas usinas em contratos de energia de reserva , alterando a forma de contratação e pagamento dessa energia. Também na decisão, o Tribunal de Contas determinou o envio do processo e do acórdão à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) e ao MPF (Ministério Público Federal), para avaliarem possíveis medidas diante de indícios de uso de informação privilegiada e de eventuais ilícitos relacionados à operação.