Itália quebra jejum com título de Antonelli e firma domínio nos esportes em meio à crise no futebol
Kimi Antonelli garantiu o título da Fórmula 1 neste domingo, 1º, depois de vencer o GP do México, no Autódromo Hermanos Rodríguez. O piloto da Mercedes colocou a Itália no topo da principal categoria do automobilismo pela primeira vez em 73 anos e ampliou o bom momento do país europeu no esporte int
Kimi Antonelli garantiu o título da Fórmula 1 neste domingo, 1º, depois de vencer o GP do México, no Autódromo Hermanos Rodríguez. O piloto da Mercedes colocou a Itália no topo da principal categoria do automobilismo pela primeira vez em 73 anos e ampliou o bom momento do país europeu no esporte internacional. Este é o primeiro título de um italiano na F1 desde 1953, quando Alberto Ascari venceu cinco corridas e conquistou o bicampeonato pela Ferrari. Antes dele, apenas Giuseppe Farina havia vencido a competição, na edição inaugural de 1950. A vitória de Kimi marca mais um episódio recente de sucesso de esportistas da Itália no cenário mundial. A situação acontece enquanto a seleção masculina de futebol ficou fora da Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva neste ano. Além disso, a equipe nacional passou por um momento de tensão interna. Depois de polêmicas envolvendo a escolha do novo técnico, Roberto Mancini foi anunciado para o cargo em julho. Nos últimos compromissos pela Nations League, a Itália somou duas vitórias, um empate e uma derrota. A equipe venceu a Turquia por 4 a 1 e 3 a 1, empatou com a França por 1 a 1 e perdeu para a Bélgica por 2 a 0, entre 25 de setembro e 5 de outubro Brilho de Sinner no tênis é impulsionado por conquistas Fora das quadras desde julho, Jannik Sinner é o segundo do ranking de simples da ATP, com 10.950 pontos. Ele encerrou sua participação na temporada com a conquista de Wimbledon e os títulos de cinco Masters 1000: Indian Wells, Miami, Monte Carlo, Madri e Roma. O italiano tem sido um dos maiores nomes do esporte desde 2024 quando venceu o seu primeiro Grand Slam, o Aberto da Austrália. O atleta também chegou a acumular dois momentos distintos como lider do ranking mundial ATP, entre 2024 e 2025, e neste ano. Seleção italiana de vôlei vive momento de alta O vôlei italiano tem sido destaque nos esportes do país. Tanto a seleção masculina quanto a feminina vivem momentos recentes de conquistas e estabilidade. Em 2024, a equipe feminina conquistou o ouro nos Jogos Olímpicos de Paris pela primeira vez na história do país, em uma campanha na qual perdeu apenas um set. No ano seguinte, o time comandado por Julio Velasco manteve o ritmo e venceu a Liga das Nações (VNL) e o Mundial, com vitória sobre a Turquia por 3 sets a 2 na decisão. O título mundial foi o segundo das italianas, que também haviam sido campeãs em 2002. No masculino, a seleção também chegou ao topo do mundo em 2025. Após conquistar o Mundial de 2022, a Itália repetiu o feito ao derrotar a Bulgária por 3 sets a 1 na final, nas Filipinas, e garantiu o quinto título mundial da história. A equipe ainda foi vice-campeã da Liga das Nações naquele ano, resultado que representou sua primeira medalha na competição. Neste ano, as equipes vivem um momento de “ressaca” e ainda não se encontraram com o melhor resultado sendo o terceiro lugar da seleção feminina na Liga das Nações, enquanto o time masculino terminou a competição na quinta posição, após ser eliminado pelos Estados Unidos nas quartas de final. Desempenho nos Jogos Olímpicos de Inverno teve Itália como destaque Nos Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, a Itália teve um resultado significativo. Foram 30 medalhas no total com dez de ouro, seis de prata e 14 de bronze, ficando em 4º lugar. O desempenho teve forte contribuição das mulheres, responsáveis por sete das dez medalhas de ouro conquistadas pela delegação. Entre os destaques estiveram Federica Brignone, campeã no super-G e no slalom gigante do esqui alpino, e Francesca Lollobrigida, que venceu os 3.000 e os 5.000 metros da patinação de velocidade.