Brasil tem nove universidades em ranking internacional de empregabilidade; veja lista

Por Estadão · Categoria: Geral ·

A Universidade de São Paulo (USP) está novamente entre as 100 melhores universidades do mundo em termos de empregabilidade de seus graduados. Na edição de 2027 do Global Employability University Ranking and Survey (Geurs), relatório anual produzido pela consultoria francesa Emerging, que avalia a em

A Universidade de São Paulo (USP) está novamente entre as 100 melhores universidades do mundo em termos de empregabilidade de seus graduados. Na edição de 2027 do Global Employability University Ranking and Survey (Geurs), relatório anual produzido pela consultoria francesa Emerging, que avalia a empregabilidade de graduados universitários a partir da percepção de empregadores, a instituição brasileira aparece na 89ª posição, em uma lista de 300 universidades avaliadas - no ano passado, ela estava em 80° lugar. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) ocupa o primeiro lugar. Logo atrás estão Stanford (EUA), Oxford (Reino Unido), Cambridge (Reino Unido) e Harvard (EUA). Entre as dez primeiras colocadas, cinco são dos Estados Unidos (veja a lista abaixo). Além da USP, outras oito universidades brasileiras aparecem na lista: Fundação Getulio Vargas (FGV) (212ª); Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) (239ª); Universidade Estadual Paulista (Unesp) (245ª); Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) (266ª); Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) (273ª); Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) (288ª); Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) (293ª); Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) (299ª). O ranking Geurs 2027 é elaborado com base em uma pesquisa mundial com empregadores envolvidos na contratação de recém-formados. A partir das respostas, é estabelecida uma classificação de universidades segundo a percepção desses profissionais sobre a empregabilidade dos graduados. Ao todo, 15.665 recrutadores de 40 países participaram da pesquisa. Cerca de 70% deles trabalharam pessoalmente com pelo menos dez graduados nos dois anos anteriores. Cada participante podia votar em até 15 universidades, inclusive em instituições que não constassem de uma lista prévia de nomes. Para cada instituição escolhida, os empregadores também indicavam o principal motivo da seleção. Entre os motivos mais citados estão o desempenho acadêmico (19,3%), as competências dos graduados (18,6%), a ênfase na experiência profissional (17,2%), o impacto e a liderança (13,4%), a especialização (12,6%), a internacionalidade (10%) e a reputação (8,9%). Recém-formados e universidades não foram consultados. (function(){function e(){window.addEventListener(`message`,function(e){if(e.data[`datawrapper-height`]!==void 0){var t=document.querySelectorAll(`iframe`);for(var n in e.data[`datawrapper-height`])for(var r=0,i;i=t[r];r++)if(i.contentWindow===e.source){var a=e.data[`datawrapper-height`][n]+`px`;i.style.height=a}}})}e()})(); Na edição deste ano, o Geurs ampliou de 250 para 300 o número de instituições incluídas no ranking. A expansão contribuiu para aumentar a representatividade brasileira: ao lado da Índia, o Brasil foi o País que mais ganhou novas instituições na lista, com seis cada um. Em relação à edição anterior, a USP caiu nove posições, enquanto a Unesp estreou no ranking. A pesquisa também destaca que as expectativas e demandas em relação aos recém-formados variam conforme a região de origem dos recrutadores. Na América Latina, por exemplo, onde participaram 3.321 empregadores, há maior valorização da capacidade de uma universidade de promover a mobilidade social de seus graduados. O indicador ocupa o segundo lugar entre os dez motivos considerados na região, enquanto, nas demais partes do mundo, aparece na sétima posição.