A ausência que chamou atenção na reunião do PL que lançou Rogério Marinho à presidência do Senado
Uma ausência chamou a atenção dos presentes na reunião do Partido Liberal, nesta quarta-feira, 4, que confirmou o nome do senador Rogério Marinho (PL-RN) como candidato à presidência do Senado. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro , eleita senadora pelo Distrito Federal para a próxima legislatura,
Uma ausência chamou a atenção dos presentes na reunião do Partido Liberal, nesta quarta-feira, 4, que confirmou o nome do senador Rogério Marinho (PL-RN) como candidato à presidência do Senado. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro , eleita senadora pelo Distrito Federal para a próxima legislatura, que começa em fevereiro de 2027, não compareceu ao encontro. Procurada, Michelle não se manifestou. Nos bastidores, aliados da ex-primeira-dama afirmaram à Coluna do Estadão que Michelle vê com simpatia o nome da senadora Tereza Cristina (PP-MS) para comandar o Senado. Ex-ministra da Agricultura de Jair Bolsonaro , a senadora afirmou que quer ser a primeira mulher a presidir a Casa . Após confirmar a candidatura ao cargo, Rogério Marinho disse que, “no momento oportuno”, ele e Tereza Cristina vão “convergir”. “Tereza é nossa parceira, estará do nosso lado”, afirmou. O coordenador da campanha derrotada de Flávio Bolsonaro ao Palácio do Planalto tenta um acordo para que a votação seja feita através de votação aberta, enquanto Tereza defende o voto secreto, como sempre ocorre na disputa ao comando do Senado. Eles enfrentam o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que tem o apoio do presidente Lula e de parte do centrão para se reeleger. O nome de Rogério Marinho já havia sido lançado por Flávio Bolsonaro . Em vídeo dos Estados Unidos, para onde fugiu após o resultado das urnas, o senador disse que vai “cobrar dos senadores que vocês votaram para que votem em Rogério Marinho para a Presidência do Senado”.