Flávio encontra ator americano que interpreta Jair Bolsonaro no filme ‘Dark Horse’
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) encontrou nesta quinta-feira, 5, o ator Jim Caviezel , que interpretou o ex-presidente Jair Bolsonaro na cinebiografia “ Dark Horse ”. Os dois participaram da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, em inglês), realizada em Mar-a-Lago, propriedade do presi
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) encontrou nesta quinta-feira, 5, o ator Jim Caviezel , que interpretou o ex-presidente Jair Bolsonaro na cinebiografia “ Dark Horse ”. Os dois participaram da Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC, em inglês), realizada em Mar-a-Lago, propriedade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , localizada na Flórida. O encontro foi registrado pelo ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), seu irmão, nas redes sociais. Agora no Mar-a-Lago @FlavioBolsonaro , em liberdade, se encontra com o ator Jim Caviezel @reallycaviezel . pic.twitter.com/goiOymwhfG — Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) November 6, 2026 Jim Caviezel ganhou maior fama com o papel de Jesus no filme “A Paixão de Cristo” de 2004. Ele também já atuou em outras produções voltadas para o público conservador e de direita, como “Som da Liberdade”, filme de 2023. Flávio foi para os Estados Unidos no dia 27 de outubro, dois dias depois de perder as eleições para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ao deixar o Brasil, o senador descumpriu uma ordem judicial que determinava a entrega de passaportes e a proibição de sair do País. O ex-presidenciável está sendo investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) , por suspeita de lavagem de dinheiro em sua relação com o advogado Willer Tomaz e pedidos de recurso financeiro para o banqueiro Daniel Vorcaro para produção de “Dark Horse”. Em 2027, Flávio ficará sem foro privilegiado pela primeira vez em 24 anos . Eduardo também está nos Estados Unidos, desde fevereiro de 2025. Nos país, ele atuou para interferir no julgamento de seu pai por tentativa de golpe de Estado. Por isso, o ex-deputado foi condenado a quatro anos de reclusão por coação no curso do processo em outubro do mesmo ano. O nome dele consta no banco nacional de mandados de prisão.