Diretor da PRIO critica imposto sobre petróleo, mas ainda vê oportunidades no Brasil
CHICAGO (EUA) – O diretor de novos negócios e comercialização da PRIO (PRIO3), Bruno Menezes, avalia que a decisão do governo de prorrogar até o fim de 2026 a alíquota de 12% sobre a exportação de petróleo “atrapalha todo mundo”, mas fez a ressalva de que o Brasil “ainda é um país de oportunidades p
Imagem ilustrativa com o logo da PRIO, plataforma de produção de petróleo em alto-mar e gráfico de mercado ao fundo, representando o cenário das ações PRIO3 e a influência das cotações do petróleo. Imagem gerada com uso de IA. " data-image-caption=" Ações da PRIO (PRIO3) entram em região técnica importante em meio à volatilidade do petróleo. Imagem gerada com uso de IA. " data-large-file="https://www.infomoney.com.br/wp-content/uploads/2026/09/ChatGPT-Image-25-de-set.-de-2026-09_58_24.jpg?fit=1280%2C720&quality=70&strip=all" /> CHICAGO (EUA) – O diretor de novos negócios e comercialização da PRIO ( PRIO3 ), Bruno Menezes, avalia que a decisão do governo de prorrogar até o fim de 2026 a alíquota de 12% sobre a exportação de petróleo “atrapalha todo mundo”, mas fez a ressalva de que o Brasil “ainda é um país de oportunidades para quem se prepara e para quem tem coragem.” Durante painel na Conferência MBA Brasil 2026, Menezes disse que o setor de óleo e energia “precisa saber a regra do jogo”: “Quando muda é ruim. O imposto agora de exportação atrapalha todo mundo. E por isso estamos questionando na Justiça, porque julgamos inconstitucional.” Ao mesmo tempo, ele acredita que a regulação é importante, especialmente no que diz respeito ao licenciamento ambiental: “mas é preciso celeridade. Quando tem um governo moroso, seja quem for que está sentado na cadeira, você reduz investimento, atrapalha progresso, não ganha sociedade, que perde a geração de empregos, nem o acionista, nem o próprio governo.” “O Brasil é essa confusão que vivemos desde sempre, mas isso também dá espaço para oportunidade. Volatilidade, incerteza também geram oportunidade, quem está preparado consegue aproveitar. A PRIO foi de irrelevante para a segunda maior operadora de petróleo do Brasil, atrás da Petrobras, em 11 anos. Não sei se seria possível em outros lugares”, completou. Margem equatorial Bruno Menezes ainda opinou sobre a exploração da Margem Equatorial e qual pode ser a sua importância: “O Brasil vem se posicionando como grande exportador de petróleo, mas os campos são finitos, a partir de 2030 a produção começará a cair e a Margem Equatorial pode ser um novo pré-sal, se der certo, como na Guiana. [Dessa forma], o Brasil segue sendo relevante em âmbito global, de ser um produtor confiável.” Encontro com estudantes de MBA Bruno Menezes participou da Conferência MBA Brasil 2026, que chega à quinta edição neste ano. Desta vez, nos dias 6 e 7 de novembro, reunirá em Chicago, nos Estados Unidos, executivos de algumas das maiores empresas do Brasil e do mundo para discutir os rumos e as perspectivas de negócios dos principais setores da economia e do empreendedorismo brasileiros. *A repórter viajou a convite da MBA Brasil The post Diretor da PRIO critica imposto sobre petróleo, mas ainda vê oportunidades no Brasil appeared first on InfoMoney .