Verstappen, Hamilton e Leclerc perdem posições no grid do GP de São Paulo
Pilotos foram penalizados por trocas de componentes do motor acima do limite permitido pelo regulamento
Max Verstappen, da Red Bull; Lewis Hamilton e Charles Leclerc, da Ferrari; e Sergio Pérez, da Cadillac, foram punidos por trocas de componentes do motor e perderão posições no grid de largada do GP de São Paulo. Os pilotos se juntam a George Russell, da Mercedes, que recebeu uma punição da FIA na sexta-feira (6). Leia Mais Fórmula 1: Rafa Câmara projeta desafios na estreia pela Haas Fórmula 1 renova contrato e confirma GP de São Paulo em Interlagos até 2035 Antonelli pode se tornar apenas o segundo italiano a vencer em Interlagos As penalidades foram aplicadas antes do treino classificatório , marcado para as 15h (de Brasília) deste sábado (7). Em todos os casos, os pilotos fizeram trocas de componentes do motor que excederam o limite estipulado pelo regulamento. De acordo com as regras previstas pela FIA, quem ultrapassar pela primeira vez o limite permitido de trocas de um componente do motor recebe uma punição de dez posições no grid de largada. A partir da segunda troca excedente, a penalidade passa a ser de cinco posições. As maiores punições são as de Verstappen e Sergio Pérez, que perderam 30 posições cada um e largarão no fundo do grid . O holandês vai trocar o motor de combustão interna (ICE), o turbocompressor e o sistema de escapamento da unidade de potência da Red Bull. O mexicano também terá trocas no motor de combustão interna e no turbocompressor de sua Cadillac, além de uma alteração acima do limite no MGU-K (unidade geradora de energia cinética). A Ferrari decidiu realizar trocas no motor de combustão interna e, por isso, Hamilton e Leclerc perderam dez posições cada um. Em São Paulo, Russell vai usar o sexto motor de combustão interna nesta temporada. Por isso, perderá cinco posições. A corrida do GP de São Paulo será disputada neste domingo (8), às 14h (de Brasília), em Interlagos. George Russell desabafa e admite temporada ruim: “26 não foi meu ano”