“Não sou tão ignorante assim”, diz Flávio sobre falar em inglês na Cpac

Por Poder360 · Categoria: Política ·

Senador discursou em evento de lideranças conservadoras na 5ª feira (5.nov), nos EUA, onde está desde que fugiu do Brasil

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse não ser “tão ignorante assim” ao ter seu inglês elogiado depois de participar de jantar da Cpac (Conferência de Ação Política Conservadora), na 5ª feira (5.nov.2026), nos Estados Unidos. Em vídeo que circula nas redes sociais, Flávio aparece ao lado do irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), depois de participar do evento. Assista (1 min): 📷#vídeo Não sou tão ignorante assim, diz Flávio sobre falar em inglês na Cpac 🇺🇸O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) disse não ser “tão ignorante assim” ao ter seu inglês elogiado depois de participar de jantar da Cpac (Conferência de Ação Política Conservadora), na 5ª feira (5.nov.2026). Em vídeo que circula nas redes sociais, Flávio aparece ao lado do irmão, o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), depois de participar do evento. 👇Assista ao vídeo: — Poder360 (@Poder360) November 7, 2026 A Cpac reúne lideranças conservadoras norte-americanas e internacionais de 4 a 7 de novembro. Foi o 1º evento público de Flávio desde que fugiu do Brasil depois de ser derrotado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições. Em um trecho do seu discurso que circula nas redes sociais, o senador se dirigiu aos brasileiros e disse , em português, que, “mesmo quando o que parece ser o final não é aquilo que esperávamos, temos de agradecer a Deus e ter ainda mais fé de que ainda não foi o fim” . “Um ano atrás, eu jamais imaginava que seria candidato à presidente do Brasil. Mas eu creio que era um projeto de Deus, não só para mim, mas para minha nação” , declarou. A Cpac é realizada em Mar-a-Lago, propriedade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), na Flórida. Esta não foi a 1ª participação de Flávio na Cpac em 2026. Em março, durante conferência no Texas, o senador defendeu uma aproximação entre Brasil e EUA na exploração de minerais críticos e terras raras , considerados estratégicos para as indústrias de tecnologia e defesa.